Gustavo H. B. Franco está entre os mais importantes e influentes economistas do país.
Gustavo começou sua carreira no setor público em maio de 1993, como Secretário Adjunto de Política Econômica quando Fernando Henrique Cardoso assumiu o Ministério da Fazenda.
Foi diretor de Assuntos Internacionais e presidente do Banco Central do Brasil entre 1993 e 1999.
Foi o mais jovem entre os presidentes do Banco Central no período democrático e foi quem presidiu a instituição em 1998, quando se observou a menor taxa de inflação de todo o período de existência do Banco Central: 1,6% ao ano de acordo com o IPCA.
Gustavo teve participação central na formulação e operacionalização do Plano Real, bem como nos debates associados à estabilização e às reformas que se seguiram.
Gustavo conduziu diretamente operações em mercados da câmbio e juros, negociações financeiras internacionais (fases finais do Plano Brady em 1994, acordo com o FMI em 1998), lançamentos de bônus da República, reestruturações bancárias (PROES, PROER, privatizações) e aspectos regulatórios próprios das atividades de bancos centrais.
Depois de deixar o Banco Central, Gustavo fundou a Rio Bravo Investimentos, instituição líder em investimentos alternativos no Brasil, com destaque para sua atuação na área de fundos imobiliários, renda fixa, crédito, renda variável e infraestrutura.
Com cerca de R$ 13 bilhões sob gestão, a Rio Bravo está associada, desde 2016, à Fosun, um dos mais destacados grupos privados chineses.
Gustavo participa e participou de diversos conselhos consultivos e de administração (empresas como NuBank, Banco Daycoval, Pottencial Seguradora, Multiplan, Unik, BMFBovespa, Via Varejo, Telemig entre outras), é professor do Departamento de Economia da PUC-Rio (desde 1986) e escreve regularmente para O Globo e para O Estado de São Paulo.
Tem dezesseis livros publicados não apenas sobre economia, mas também sobre temas econômicos em Machado de Assis, Fernando Pessoa, Goethe e Shakespeare.
Recebeu prêmios como “Prêmio BNDES em Economia” (1983), “Haralambos Simionides” (Anpec, 1987), “Economista do ano” (Ordem dos Economistas, 1997), “Central Banker of the Year” (Euromoney, 1998), “Jabuti” (2013), “Prêmio Brasil de Economia” (Cofecon, 2013) e “Libertas” (2014).
É bacharel (1979) e mestre (1982) em economia pela PUC do Rio de Janeiro e PhD (1986) pela Universidade de Harvard.